Mochilando em Buenos Aires (parte 1)

10 jun de 2010
 

escrito por: em Histórias, Uncategorized, Viagens

Depois de 4 meses, o post sobre minha mochilada em Buenos Aires.
Foram 7 dias lá sem falar espanhol, sem falar inglês, enfim, sem conseguir me comunicar direito com ninguém (quem conhece sabe que isso pra mim é complicado), nunca fiz tanta mímica na minha vida, como nesses 7 dias.

Vou fazer um resumo sobre o que achei de lá e depois detalho com fotos.

Sobre a cidade: é fantástica, muito bonita e arborizada, preparada pra receber todo tipo de turista, sem falar da quantidade de estátuas espalhadas por todos os lados e dou destaque também a arquitetura, que dá a capital portenha um ar muito romântico, ideal para viajar a 2, mas os solteiros também tem vez.
Lá não para, de manhã o massa é andar e conhecer a capital, já a noite pegue seu broto, seu amigo(a), mãe, irmã, pai, tio(a), sobrinho(a), primo(a), vizinho(a), cachorro, papagaio, hamster ou vá sozinho curtir os bares e restaurantes que são muito e para todos os gostos.

Sobre o povo: são argentinos né velho… sabe como é, cabelinho moletiado, uma mistura de Paulo Ricardo com Fernando Tordo, a galera definitivamente parou nos anos 80. Brincadeira, até que eles são bem receptivos, não tive problemas com nada e sempre que precisei de algo, pude contar com eles.

Bóia: meu amigo, lá é carne pra tudo que é lado e diferentemente de Recife, prato lá só vem 1 acompanhamento (fail), era carne com purê, carne com arroz, carne com farofa, com batata frita, sempre carne com alguma coisa. Conheci um restaurante lá que recomendo, o La Clac que fica bem no centro, é um restaurante teatral, todo decorado, muito massa.
Rodei muito pra poder comer por lá, tava achando muito caro, todo almoço era 40, 50 pesos (20, 25 reais), ficava complicado comer todo dia gastando isso, mas de tanto andar encontrei alguns pega bebo que tinham pratos por 10, 15 pesos.

Principais pontos turísticos: conheci uma porrada de lugares, os principais foram o Caminito, a Casa Rosada, Estádio do Boca Junior (bombonera), o Congresso nacional, o Museu de Belas Artes, o Cemitério de Recoleta, o Zoológico de lá e o Obelisco, esses são os que me lembro agora.

“Para de falar e mostra logo as fotos, porra.” – Ta bom, ta bom…

Dia 1. (sexta 19/02)

Assim que chego, dou de cara com esse carro super maneiro e veloz.

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Chegando no centro fui logo correr atrás de vaga nos albergues da vida, acabei ficando no HOSTEL AVENUE (av. de Mayo). A diária fica em torno de $40 (pesos argentinos). Depois de 3 dias lá um casal de Israel dividiram o quarto comigo, ou seja, me fodi né? não falo inglês, não falo espanhol, imagina hebráico… foi daí que começou a história do google tradutor :D , a única formaque encontrei de poder conversar com a galera no quarto.

site: http://www.avenuehostel.com

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Depois de guardar minhas coisas, fui dar umas voltas pela redondeza. Não sabia eu, mas a 3oo metros do meu hostel ficava a Casa Rosada (residência oficial da Presidente Cristina Kirchner).

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Próximo a Casa Rosada, fica o Ministério da Defesa.

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Andando em direção a Puerto Madero me deparo um pequeno jardin que achei bonito pra cacete.

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Puerto Madero.

Depois de um pulo pelos diques de Puerto Madero, fui pegar o carro pra partir pra outro passeio.

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Depois disso, começou a cair uma chuvinha de leve e voltei pro hostel, onde esperei a chuva passar pra ir tomar uma cervejinha a noite.

Depois da cerveja, fui pra casa dormir que no outro dia tinha mais.

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Dia 2. (sábado 20/02)

Acordei umas 11h e fui almoçar pra continuar com minhas andanças. Como tinha dito no início do post, fui almoçar no La Clac (av de Mayo), fiquei meio na pirangagem, mas a fome falou mais alto. Achei massa a decoração do lugar.

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Terminando o meu rango de $45 (pesos), peguei o meu guia e fui no próximo ponto, o Congresso, que fica logo mais adiante.

(praça de frente ao congresso)

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Pra variar, depois desse passeio, começou a cair aquela chuvinha no nível da foto que vocês viram lá em cima. Corri pra debaixo de um toldo, onde tinham 3 pessoas. Parei pra ouvir a conversa deles (pra saber se eram brasileiros), num deu outra, ouvi um “porra meu”, pronto… eram brasileiros. Fui logo fazendo amizade com a galera e fomos procurar outro hostel.
Paramos no Sudamerika Hostel (Rua Hipólito Yrigoyen), mas não ficamos lá. (www.sudamerikahostel.com.ar).

De lá fomos no Obelisco.

Fomos andando de lá até o bairro de San Telmo, onde eles tinham visto um albergue “melhor”. Mas antes de chegar lá passamos por diversos outros lugares, como a igreja de num sei quem.

Perto de lá um brechô super maneiro (caro pra cacete as coisas lá e o melhor são os donos, um casal de idoso gente fina que juntando a idade deles, barrava o descobrimento da Argentina).

Voltando a nossa caminhada, onde no caminho arrumei uma nova amiga, chicholina.

(o melhor é ela latindo em espanhol)

Chegamos a praça de San Telmo. Onde voltamos lá as 00h00 pra tomar as jarras de Quilmes. As 3h a galera foi embora e fiquei pra entrar num boate (que nao lembro o nome), conversei com o segurança e entrei de graça (ser gringo tem suas vantagens).

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Dia 3. (domigo 21/02)
Ê domingão… ressacado e debilitado mental e motoramente, fui fazer um programa light, conhecer o zoológico de Buenos Aires, próximo ao Jardin Japonês (não tirei foto porque a bateria acabou).
Super maneiro.

não podia deixar de faltar ele… (suricato)

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Achei agora umas fotos, não lembro se são do Jardin Japonês…

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Fechando o domingo com aquela cervejinha, pra na segunda feira começar um novo dia na capital Portenha.

Continua….

Do que se trata

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